O uso do epi e teu símbolo de união.

Em vários lugares de cunho empregatício, muitos detalhes enfatizam sonhos e desenvolvem grandes ruídos comunicacionais, afetando diretamente no elo emocional do grupo social que estiver incluso. Os temas que culminam com esse ruído são os mais variados possíveis. Dentre eles, podemos mencionar o fator segurança no trabalho. Lembranças de colegas que perderam algum membro do corpo sempre é citado.

Nos anos 60 e 70, era muito comum, semanalmente, encontrar ambulatórios médicos lotados por conta de acidentes fabris. Boa parte deles resultava na perda de algum membro do corpo, outros culminava até com a morte. Nesse tempo, o avanço em prol da segurança era baixo, por conta do pouco investimento que era feito na época. O uso de epi nesses eventos era considerado nulo, mesmo estando escrito em lei sua obrigatoriedade.

Aos poucos, esse quadro foi mudando. Muitas ações internas foram sendo desenvolvidas, por conta de altos processos que foram acionados contra a empresa pelos próprios funcionários. Muitas atitudes de sindicatos e outros órgãos foram sedimentando, ainda mais, essa conquista. O avanço da tecnologia, principalmente na área de automação, também contribuiu.

Contudo, em pleno século 21, ainda é possível observar recintos manufaturados, de grande porte, onde o registro de acidentes é comum. Falta de epi é uma das justificativas colocadas por grande parte das vítimas. Mas será que os próprios operários sabem usar o equipamento de proteção individual de forma correta?

Boas empresas têm em sua política o uso do epi.

Várias indústrias do país têm, em seu corpo diretivo, alguns núcleos que cuidam, diretamente, da segurança interna dos colaboradores. O tema é altamente complexo, se for avaliar que uma conduta segura passa desde a colocação de uma máquina até o material de confecção instaurado numa luva.

Todos os detalhes devem ser bem avaliados, pois qualquer erro pode culminar em problemas sérios na corporação. Grandes industrias tem almoxarifados internos que faz um gerenciamento complexo de toda a movimentação logística do epi.

Em cada departamento, o material pode ser diferente e seu uso adequado em situações bem distintas. Por essa razão, existe-se uma cartilha de uso desses componentes, e ao mesmo tempo, uma política que afirma a necessidade e importância no ato de usar um equipamento de proteção individual.

Forçar algo tira as reais benesses da ação. O negócio e conversar.

Por essa razão, o processo de conscientização dos trabalhadores, referente ao uso de epi é fundamental para o funcionamento de um sistema correto e limpo, pois qualquer colaborador gosta de trabalhar em ambientes que faça ele desempenhar um bom papel profissional e ao mesmo tempo reter um grande lucro.

Obrigar o colaborador a usar um equipamento de proteção individual não é uma imposição. Ao contrário, essa ação salvará ele de qualquer acidente e o manterá intacto nos momentos que desempenhar suas funções. O mais importante é a empresa saber passar esse conteúdo com carinho, respeito e transmitindo preocupação com a saúde da pessoa.

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