O uso do chá para ácido úrico e sua guerra contra os remédios.

Quando nós saímos para algum lugar, uma das coisas mais saborosas de serem feitas é comer num bom restaurante, ou beber com os amigos e familiares. Cada um tem sua preferência na hora de beber e comer. Alguns gostam de doce, outros preferem salgado. A mesma coisa nós podemos ver quando o assunto é bebidas alcoólicas. Numa noitada, a maioria não consegue complementar seu passeio sem um drink. Mas existe suas exceções.

Várias pessoas adoram completar seus dias ingerindo muita água, praticando atividades físicas e retendo esse liquido praticando esportes. Porém, existem cidadãos que tem a pratica negativa de beber água diariamente. Algumas estatísticas mostram que um número considerável de habitantes bebe menos de dois litros de água por dia.

A justificativa para a ação são as mais variadas, focando-se principalmente na falta de tempo e o esquecimento. Contudo, essas pessoas não sabem o quanto ruim é deixar de beber água, principalmente no ato de urinar. Beber pouco causa forte ardência, além de ocasionar um grande embaraço no organismo, principalmente nos rins.

Contudo, tem indivíduos que adquirem a ardência urinária por conta de problemas genéticos e falta de assepsia. Boa parte dos medicamentos referenciais a enfermidade é forte demais, podendo causar novas dores em outros lugares. Por isso, uma ação que apazígua o problema é a ingestão de bebidas exclusivas para o ruído, como o chá para ácido úrico.

Se o problema não tem solução, remédio é a pedida (ou melhor, era).

No Brasil, milhares de pessoas sofrem com a ardência urinária. E esse problema ocorre já faz muito tempo. Durante os anos 40 e 50, poucos remédios conseguiam diminuir a frequência das dores, acarretando no agravamento da enfermidade e afetando outras partes do corpo.

A partir da década de 60, muitos remédios importados invadiram o país, e o processo de cura começou a ter avanços. Junto com essa onda, começava a surgir componentes naturais para o combate do problema. Vários laboratórios, de forma imediata, começaram a plantar teorias “malucas” sobre esses meios, denegrindo-os no mercado por muitos anos.

Com o passar do tempo, os problemas foram diminuindo, através da conscientização que muitos laboratórios e médicos implementaram na cultura Brasileira, elucidando que boa limpeza e compatíveis ingestões de água eram fundamentais para o terror não voltar. Todavia, a partir dos anos 90, algumas coisas mudaram.

Restrição, muitas vezes, esconde grandes formulas benéficas para a sociedade.

O avanço das DST’S (doenças sexualmente transmissíveis), somado a um grande relaxamento da população nesses cuidados, fizeram a ardência urinária voltar com tudo e mais forte. Os remédios do momento não faziam mais efeito. Foi necessário fabricar novas formulas, mais fortes e prejudiciais a outros órgãos do corpo.

 

A partir desse episódio, o chá para ácido úrico voltou a ficar em destaque. Várias pessoas começaram a fazer uso e sentir benesses imediatas, não somente para os problemas, mas sabendo que não estaria ingerindo nenhum tipo de produto químico no seu organismo.

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