O Guarda Móveis e tuas ajudas sentimentais.

A cultura brasileira normatiza alguns aspectos, no mínimo, curiosos, referente a proteção de bens materiais. O país é um dos que mais protegem objetos de grande valor em cofres do mundo. Mas, ao mesmo tempo, outros utensílios estacionários importantes, como móveis são deixados de lado pela maioria, o que não ocorre em vários países do mundo.

Boa parte do povo canarinho não chega a se importar muito com esse detalhe por conta dos famosos seguros residenciais, que na maioria dos casos, chega a proteger qualquer objeto existente em uma casa, caso ele sofra algum dano, independente se ele for novo ou não. Contudo, essa linha de pensamento gera várias ações estranhas e afobadas, como o armazenamento exagerado de utensílios de pouco uso, poluindo o lugar e trazendo um alto nível de desconforto.

Muitas famílias chegam a se acostumar com tal áurea. Todavia, esse quadro vem mudando, levando em consideração a elevação do consumo pela maioria dos brasileiros e a diminuição dos imóveis que vem sendo construídos nos últimos dez anos, otimizando espaço e dando pouca margem para a criação de ambientes cheios de objetos.

Em cima dessa constatação, várias empresas começaram a articular estratégias, visando suprir esse grande ruído existente no meio. Uma das formulas de maior sucesso que vem sendo empregada atualmente é o investimento na segurança dos guarda móveis, uma espécie de “cofre” de grandes bens materiais, que pode variar desde uma televisão até a gigantes armários.

Dinheiro na mão, sinônimo de compra!

Comprar é uma arte que todo mundo gosta de aplicar em qualquer fase da vida. Os objetos podem sofrer grandes variações, mas o foco de gastar em algo que lhe faça bem e traga felicidade é um prazer que uma simples palavra não consegue decifrar. A leveza é tanta, que indiretamente a pessoa pode criar uma compulsão por adquirir utensílios que variam desde roupas até televisões, poltronas, mesas, entre outros.

O volume de apetrechos chega a ser tão grande que um pequeno espaço não consegue administrar toda essa fluência indo e vindo. Aliás, na maioria dos casos, esse caminho é de mão única, pois dificilmente um cidadão se desfaz dos seus bens materiais de forma tranquila. Em muitos casos, são necessárias ações externas para o processo ter uma resolução factível.

Toda essa encenação ocasiona em verdadeiros desbarates na organização do recinto, não tendo uma ideologia visível na concepção decorativa, que passa desde a colocação da televisão o posicionamento de uma cama. Muitos não sentem confiança ao repassar objetos próprios para terceiros, por conta do elo emotivo existente. Mas essa história, aos poucos, vem mudando.

Desfazer de algo nunca é bom. O caminho é Armazenar.

Com um índice crescente ano a ano, várias famílias estão fazendo uma espécie de “estoque de móveis antigos” colocando-os em guarda móveis. Nesse caso, não existe uma espécie de restrição, pois o móvel continuará pertencente à família, só que alocado em um lugar mais seguro, arejado e de fácil acesso para qualquer ente.

Além disso, a estrutura doméstica da casa não irá ser afetada com tal ação. O modelo ideológico de decoração será mantido nos seus aspectos. Muitos preferem caminhar mais para o lado modernista, outros apoiam a moda vintage. E para ser realizada tais mudanças, o correto é aplicar uma limpeza geral no recinto e modificar, aos poucos, com muita paciência e pesquisa, cada cômodo do lugar, causando harmonia, tranquilidade e sossego para os seus frequentadores.

Toda mudança é positiva!

Portanto, a cultura sentimental existente no Brasil entre objetos domésticos e pessoas que as usam por muitos anos está passando por uma grande transformação, aonde a palavra confiança não está sendo muito desgastada e o termo saudade pouco afetado. A criação dos guarda móveis começou a impulsionar novas linhas de raciocínio para uma mudança decorativa nos mais variados recintos. Ao invés de repassar o objeto e criar atritos, muitas famílias o armazenam nesses espaços que são seguros e nada lesivos.

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