Ecossistemas

São unidades da natureza ativa, que combinam comunidades bióticas e abióticas, com os quais se interagem. Os ecossistemas variam em tamanho e características. É importante perceber que existem diferenças entre biomas e ecossistemas. Os biomas caracterizam-se por formas de plantas consistentes e são encontrados em grandes áreas climáticas e os ecossistemas reúnem plantas e minerais.

Os ecossistemas dividem-se em terrestres e aquáticos.

Ecossistemas aquáticos: rio, tanque, lago, oceano.

Os ecossistemas aquáticos diferenciam-se pelos níveis e características físico – químicas da água:

Ø Ecossistema Abissal: + de 4000 m de profundidade;

Ø Ecossistema Bêntico: ambiente e organismos que vivem no fundo dos corpos d’água salgada ou doce.

Ø Ecossistema de manguezal: comunidade costeira, marítima subtropical, dominada por árvores de mangue (Rhyzopra e Avicennia) que podem sustentar altas concentrações salinas. Possuem sistemas radiculares extensos com pneumatóforos (raízes acima d’água) que permitem a troca gasosa.

O fator limitante dos ecossistemas aquáticos é o oxigênio, portanto é importante controlar e reduzir a poluição na água (barcos, lixiviação de agrotóxicos, matéria orgânica árvore, animais mortos – estas geram gás metano que reduz o O2, na água.

Ecossistema terrestre: Restinga, dunas, cavernas.

Nos ecossistemas terrestres considera-se o grau de pureza da atmosfera, a formação e perfil do solo e micro climas.

O fator limitante nos ecossistemas terrestres é a água. Portanto devem-se considerar períodos de chuva, qualidade da água, saneamento e formas de captação para definir qualidade e conservação do ecossistema terrestre.

Os fatores limitantes são considerados através de estudos da limitação dos recursos analisando mínimo e máximo potencial do ecossistema. É importante que ocorra um plano de manejo para determinar os fatores limitantes, independente dos fatores impostos de forma natural (O2, H2O,) para isto o controle da capacidade de suporte ou grau de impacto deve ser conhecido (relevante quando se montam trilhas e passeios).

Existe um máximo de tolerância para que o ecossistema se mantenha ativo, é preciso respeitar e interferir de forma positiva seja na atividade antrópica ou nos fenômenos naturais, sob pena da ocorrência de dano ambiental (daí a importância dos estudos e planos de manejo = sustentabilidade).

Alguns recursos limitados podem ser substituídos, o que não irá descaracterizar completamente a região estudada ou visitada e desta forma se consegue preservar os recursos.

Ex. vegetações que precisam ser recuperadas ou preservadas podem ser mantidas em laboratório por um período, e no lugar implantado uma vegetação exótica adaptável às características do ecossistema.

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